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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Melhores federais de MT estão fora do Congresso; Ságuas é 1º colocado

FONTE: RDNews / Gabriela Galvão

Ságuas Moraes (PT), secretário estadual de Educação     Quatro parlamentares mato-grossenses se destacaram entre os 201 melhores deputados federais do Congresso em 2011, segundo levantamento feito pelo Núcleo de Estudos do Congresso, do Rio de Janeiro e a revista Veja. O engraçado, contudo, é o fato de nenhum deles estar atuando no Legislativo. Ságuas Moraes (PT), Neri Geller (PP) e Roberto Dorner (PSD), são suplentes e Valtenir Pereira (PSB) está licenciado.
     O estudo levou em consideração como cada parlamentar se posicionou com palavras e votos em relação a questões vitais em tramitação no Legislativo federal. Entre os assuntos estavam a discussão por uma diminuição da carga tributária, infraestrutura, qualidade na gestão pública, combate a corrupção e educação. Aferindo esses fatores, o representante de Mato Grosso que mais se destacou foi Ságuas, que ficou na 97° posição, com uma nota de 4,4.
     O petista, entretanto, está fora do Congresso desde junho deste ano, quando perdeu a vaga de deputado para o tucano Nilson Leitão. Ele conseguiu na Justiça a retotalização dos votos dos candidatos de sua coligação nas eleições 2010, que haviam sido considerados “ficha suja”. Hoje, o melhor deputado federal do Estado, que possui 8 representantes, segundo o levantamento, é secretário estadual de Educação.
Valtenir Pereira (PSB), deputado federal     O segundo lugar ficou com Valtenir, na 105° posição, com 4,3 pontos. O socialista foi o único mato-grossense titular da cadeira que conquistou uma posição no ranking, mas está licenciado até abril do ano que vem. O quarto suplente da coligação, Cabo Juliano Rabello (PSB), está atuando em seu lugar.
     Geller e Dorner, por sua vez, legislaram praticamente o ano todo nas vagas dos titulares Eliene Lima (PSD) e Pedro Henry (PP), respectivamente. Os dois titulares retornaram ao Congresso pouco antes do recesso parlamentar a fim de discutir emendas ao Orçamento Geral da União (OGU) para 2012. Geller ficou em 133°, com a nota 3,6, e Dorner em 151°, com 3,3 pontos.
     No total, foram levados em conta seis grandes eixos afetados de alguma maneira no Congresso por 54 projetos de lei e medidas provisórias. Para ser considerada relevante para o estudo, cada proposição, precisou ter sido apreciada até setembro de 2011.
Eleições 2010
     Ságuas foi eleito por média ao conseguir 88.654 votos nas eleições 2010, mas perdeu a vaga para Leitão, que recebeu 70.958 votos. Já Valtenir Pereira foi o terceiro deputado mais votado de Mato Grosso, com 101.907 votos. Geller ficou na suplência com 45.196 e Dorner com 50.480. Wellington Fagundes (PR) que foi o deputado eleito com o maior número de votos (145.460) e Homero Pereira (PSD), que ficou na segunda colocação com 112.421 votos, sequer aparecem no ranking.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Pesquisa do Ipea mostra que investimento público aumenta em ano eleitoral

Fonte: Agência Brasil

Pesquisa divulgada hoje (29) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com base em dados de 1995 a 2011 demonstra que os investimentos do governo federal, dos estados e dos municípios são influenciados pelo calendário eleitoral. Em ano de pleito há aumento de gastos públicos e no ano seguinte há contenção das despesas.

"Os anos subsequentes às eleições presidenciais e dos governadores estaduais normalmente coincidem com quedas muito fortes da taxa de investimento público, relacionadas a programas de ajustes fiscais, que posteriormente são revertidas no decorrer do ciclo eleitoral", descreve o comunicado do instituto.

No caso dos municípios, além da eleição estadual e federal, ainda há a influência das eleições para prefeitos e vereadores, o que acarreta em um ciclo bienal de expansão e contingenciamento de gastos. "A taxa de investimento do governo municipal, por sua vez, apresenta um comportamento muito mais irregular e uma influência mais marcada do ciclo bienal", aponta o Ipea ao salientar que "os anos não eleitorais (ímpares) são caracterizados por quedas (ou estabilidade) da taxa de investimento dos municípios, enquanto os anos eleitorais (pares) ocorrem elevações da taxa de investimento".

Segundo o Ipea, em dezembro de 1998 (ano da reeleição de Fernando Henrique Cardoso), a taxa anualizada de investimento das administrações públicas era de 2,4% do PIB (proporção relativa a valores acumulados ao longo do ano), no ano seguinte cai para cerca de 1,5%. Em 2002 (ano da primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva), a taxa chega a 2,2% e em 2003 desce para 1,5%. Em 2006 (reeleição de Lula), a taxa cravou 2% e em 2007 ficou abaixo de 1,8%. No ano passado, a mesma taxa superou os 2,8% e a projeção do Ipea para este ano é de que esteja abaixo de 2,5%.

Na avaliação do economista Gil Castello Branco, do site Contas Abertas (especializado em gastos públicos), a avaliação do Ipea é pertinente. Segundo ele, em anos eleitorais, tradicionalmente, "os gastos costumam ser expandidos e o Congresso fica mais benevolente". Segundo ele, se em 2011 estivéssemos em ano eleitoral, o Legislativo teria incluído o aumento pretendido pelo Judiciário na Lei Orçamentária.

Para o economista, o ciclo de expansão e contingenciamento do orçamento é ruim por causa da descontinuidade e faz com que obras fiquem paradas. Além disso, "fica claro que o ritmo está mais relacionado ao interesse político do que ao interesse público".

Ao avaliar as taxas de investimento público de 1995 a 2010, o Ipea salienta que houve crescimento dos gastos. Em 1995, o valor do investimento público (formação bruta de capital fixo das administrações públicas) foi de R$ 49,5 bilhões; e no ano passado atingiu R$ 104,3 bilhões (valores não incluem investimentos das estatais).

O governo anunciou ontem (28) que o setor público conseguiu contingenciar R$ 126,8 bilhões nos 11 meses do ano - o que equivale a 99% da meta de superávit primário do setor público para 2011, que é R$ 127,9 bilhões.

Bezerro nasce com duas cabeças na cidade de Juruena

Bezerro nasce com duas cabeças na cidadede Juruena-MT, clique no link abaixo e confira

http://www.jregional.com.br/videos_ver.php?id=906

Fonte: TV Record Juína canal 08

EXCLUSIVO - Governo de MT libera dinheiro, mas volta atrás e bloqueia pagamento a UTI de Juína

Fonte: Cleber Batista JNMT   


A dívida de R$ 750 mil do governo de Mato Grosso com a UTI do município de Juína correspondente a quase quatro meses de um convênio ainda não foi paga, de acordo com informações apuradas pelo JNMT, o valor teria sido depositado em juízo mas acabou bloqueado  por determinação do governo.

“A situação não esta fácil, com a falta do pagamento o fechamento será inevitável”, contou Walmir Zacas, médico. A Unidade de Tratamento recebe pacientes de várias cidades do estado e ainda atende mais de 150 mil pessoas que moram nos municípios da região. Mesmo com muita dificuldade a UTI continua garantindo tratamento a paciente Eni de Oliveira Souza (34) vitima de agressão esta semana no município.

“Fizemos um esforça gigantesco para receber a paciente em estado grave que já poderia ter morrido se não fosse o atendimento na UTI”, revelou Zacas.  Na semana passada em nota ao JNMT, a Secretaria Estadual de Saúde informou que a Prefeitura de Juína e a Casa Civil iriam pagar o valor de R$ 750 mil em duas parcelas.  O governo do estado além de estar em débito com as empresas privadas, também deve aos municípios. Em Castanheira, por exemplo, a dívida passa de R$ 250 mil.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Durante briga, marido põe fogo em casa com mulher e crianças dentro

Da Redação - JM
Foto: AssessoriaDurante briga, marido põe fogo em casa com mulher e crianças dentro
Uma casa foi incendiada na noite dessa terça-feira (27), por volta das 22 horas, no Conjunto de Chácaras São Cristóvão, em Sinop (500 km de Cuiabá). As informações iniciais do Corpo de Bombeiros são de que o incêndio foi proposital, logo após uma briga de casal.

A residência era de madeira e foi rapidamente consumida pelas chamas. Equipes do 4º Batalhão do Bombeiros estiveram no local e se concentraram no trabalho de resfriamento das moradias ao redor para evitar que o fogo se alastrasse para casas vizinhas.

De acordo com o sargento Pedro Ribas, informações repassadas por moradores apontam que houve um incêndio proposital. Uma moradora disse ter escutado o casal que morava na casa discutindo e teria visto o momento em que o acusado tirou gasolina da moto e entrou na residência.

Uma mulher e duas crianças, que estavam na casa, não foram encontradas. Os Bombeiros acreditam que elas tenham saído pelos fundos da chácara no momento da discussão.

O acusado ainda retornou ao local do incêndio, onde enfrentou a revolta da população e uma tentativa de linchamento. Bombeiros tiveram que desviar suas atividades a fim de manter a integridade física do suspeito e evitar que a população fizesse justiça com as próprias mãos até a chegada da guarnição da Polícia Militar.

As informações são da assessoria.

Ladrões fazem a "festa" em Aripuanã e roubam todos os móveis de residência




Um morador de Aripuanã teve na semana passada uma surpresa desagradável. A casa dele, no bairro Jardim Planalto, foi roubada e os ladrões levaram o que podiam carregar de moveis, roupa a eletrodomésticos, praticamente tudo.

Ao chegar a casa após alguns dias fora, Luciano Zanone, 27 anos, tomou um susto ao encontrar a casa arrombada, de imediato acionou a Policia Militar e relatando um possível suspeito um “amigo” da família, devido um chinelo encontrado em seu quintal.
Na tarde de ontem terça-feira (27) a PM de Aripuanã conseguiu localizar o principal suspeito o Sr. Luiz Carlos Neto de 40 anos. A PM levou ao local e em conversa com o suspeito de imediato entregou seu comparsa Cleber de Andrade, 31 anos e também começou a dizer para quem teria vendido os materiais. Em ato contínuo policiais em diligencia por esta urbe, prenderam o suspeito Cleber e começaram a recuperar os produtos em varias residências inclusive na casa de Luiz.  
Os dois ladrões e os envolvidos por receptação foram encaminhados até o Centro de Triagem PM onde foi confeccionado o Boletim de Ocorrência e em seguida encaminhados a Autoridade da Policial Judiciária Civil juntamente com os materiais recuperados para conhecimento, medidas e providências que requererem o caso.
De acordo com o CB PM Ribeiro, final de ano as pessoas costumam viajar e acabam deixando as suas residências sem proteção, “fica um alerta a população, sempre que saírem de casa, deixar alguém que possa dar uma olhada, evitando assim a ação destes meliantes”, frisou Ribeiro. 
Materiais recuperados:
01 fogão de 06 bocas branco
01 centrifuga
01 computador CCE
01 Rack
01 TV LG
01 Ventilador Grande
01 Maquina de Lavar
01 Aparelho de DVD Betânia
01 Colchão de casal
01 Tapete Grande
01 JG de sofá de 02 e 03 lugares
01 Armário de aço de 03 portas
 Participaram da ação; SD Rogério, CB PM Ribeiro, os SD PM LUZ (Copom) e Arruda.

Fonte: Redação e foto: Top News

Ibama embarga área de 700 hectares de desmatamento ilegal na Operação Custódia Juína

Fonte: Agência Brasil   


(foto ilustrativa)
Uma operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Mato Grosso resultou na aplicação de mais de R$ 3,5 milhões em multas e no embargo de 700 hectares de áreas desmatadas ilegalmente, o equivalente a 700 campos de futebol.

Deflagrada no começo de dezembro, a Operação Custódia Juína concentrou suas ações no noroeste do estado, onde os satélites registraram um aumento significativo de desmatamento este ano.

Em 2011, Mato Grosso desmatou 1.126 quilômetros quadrados de floresta, aumento de 20% em relação a 2010, de acordo com os dados mais recentes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A operação do Ibama atuou principalmente nos municípios de Colniza e de Juara, próximos à região conhecida como Três Fronteiras, na divisa entre Mato Grosso, Amazonas e Tocantins, onde, segundo o instituto, o desmatamento está ligado à exploração ilegal de madeira. A operação teve apoio de agentes do Ibama de Minas Gerais, do Tocantins e Rio Grande do Norte.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Homem morre depois de capotar moto na MT 170 próximo a Juína

Da Redação - Laura Petraglia/Olhar Direto

Um homem de 61 anos morreu depois de capotar a moto que pilotava, na MT 170, numa área rural nos arredores do município de Castanheira.

De acordo com informações da Polícia Militar, José Domingos Honorato de Souza, pilotava uma motocicleta Honda XR 200R, com placa JZE 9337 de Juína, o condutor trafegava em alta velocidade pela via quando perdeu o controle da motocicleta numa curva e saiu da pista subindo em um barranco de pedras e posteriormente indo ao chão e a motocicleta parando no meio à pista.

O Samu foi acionado por testemunhas que passavam pelo local na hora do acidente mas quando chegou, José Domingos já tinha falecido. O capotamento aconteceu no dia 25, por volta das 18 horas, a cerca de 7 quilômetros no sentido Castanheira/Juina.

Em abordagens policiais militares prendem em Colniza foragido da justiça

Fonte: JNMT, com CR-8   


A Polícia Militar do município de Colniza intensificou suas ações nesse final de ano. Com um maior efetivo empregado nas ruas, os policiais militares a todo o momento realizam abordagens nas estradas que interligam o município a outras cidades.

Dessa forma, o resultado não poderia ser outro, em uma abordagem de rotina os PM´s obtiveram êxito em prender Marcos Sturaro 24 anos, contra ele existia um mandado de prisão  expedida pela Comarca de Colniza.

Participaram da prisão: Capitão Taques, Cabo França e Soldados Oliveira, Barbosa e Taques.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Riva vê sequência de falhas na gestão Silval e cobra mudanças


Presidente da AL promete cobranças em 2012 e exige aperfeiçoamento

Com cinco mandatos eletivos e cinco vezes presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o deputado estadual José Riva (PSD) afirmou, em entrevista exclusiva ao Midianews, em seu gabinete, que houve equívocos na gestão do governador Silval Barbosa (PMDB) e espera que 2012 seja marcado pelo aperfeiçoamento.

O parlamentar cita falhas na condução da política salarial com servidores públicos, questiona a terceirização da saúde feita pelo secretário Pedro Henry que transfere a gestão para Organizações Sociais e dispara críticas a posturas de secretários de Estado.

"Tem muitos deles que é difícil até atender o telefone. O político representa a sociedade, eles precisam entender isso!". Neste cenário em que elenca críticas, Riva alerta que a Assembleia Legislativa não será omissa. "Pode ter certeza que vamos cobrar ainda mais em 2012". Confira a íntegra da entrevista:
Midianews - Em 2011, a gestão estadual foi marcada pela greve em setores essenciais como Sema (Secretaria de Meio Ambiente), Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e Polícia Civil. O senhor acredita que a Assembleia Legislativa, em parceria com o Executivo, conseguiu pôr fim a estes problemas e evitar que novas paralisações aconteçam em breve?
José Riva - O Estado foi ao longo dos anos incompetente para definir uma política salarial uniforme. Se nós temos greve é porque precisava reestruturar carreiras, o que ainda precisa em alguns casos. A partir do momento que não consegue fazer realinhamento salarial a todos os servidores, é muito normal que determinadas categorias que pleiteiam a reestruturação de carreiras e realinhamento diferenciado por perda salarial façam este movimento.

Acho que o Estado errou desde o início na condução da discussão da política salarial. Deveria ter consultado todas as categorias para iniciar o processo de realinhamento e reestruturação de carreiras para saber qual a demanda total e dentro da possibilidade atender a reivindicação das categorias. Mas, acredito que o Estado superou muito bem, a Assembleia Legislativa participou de forma ativa e conseguimos reverter este quadro.

Devemos começar 2012 conversando com algumas categorias para colocar todo servidor do Estado no mesmo patamar, ou seja, com carreira reestruturada, perdas salariais recompostas. Nós não podemos minimizar o fato de que muitas categorias pleiteiam a reposição de perdas que vem desde 1994. Não era possível o governo Silval Barbosa, em seu primeiro ano, onde a arrecadação não se realizou da forma esperada, atender todas as reivindicações.

Lá na ponta tem o cidadão cobrando melhoria nas estradas, saúde, mais investimentos em infraestrutura. Toda vez que é feito realinhamento salarial se compromete o investimento social. Por isso, cobrei que não basta o Estado discutir essa política salarial de forma pura e simples. Tem que se discutir o tamanho do Estado e reavaliar a quantidade de cargos comissionados e reduzir custos com a máquina pública. O cidadão não suporta mais pagar tanto!

É preciso o governador liderar uma discussão a respeito da redução de cargos comissionados e tenho certeza que vai junto a Assembleia Legislativa, Judiciário, Ministério Público porque a sociedade cobra uma participação maior do Estado nos municípios. Isso não é possível porque o custo para manter a máquina pública é muito alto e concentra a maior parte dos recursos.
Midianews - Houve outros problemas administrativos como a suspeita de irregularidades no pagamento de precatórios e emissão de cartas de créditos. Em sua visão, o Estado tem adotado medidas corretas?
José Riva - Houve equívocos! Em relação às cartas de crédito, ainda não está bem fechado! É preciso ter uma explicação melhor! Por isso, defendo que seja convocado todos os atores para prestar esclarecimentos. Não insinuando ilegalidades porque, pela informação que tenho, o Estado conseguiu uma economia considerável e o cálculo do Auditor Geral está equivocado. Preciso ter certeza disso!

Defendo que o governo peça a duas consultorias renomadas que façam esse cálculo de forma isenta. Tem que saber também o seguinte: quem autorizou essas cartas se baseou em quais cálculos, pareceres ou homologação?

Não estou defendendo o deputado Gilmar Fabris, que tem pecado em algumas questões. Ele não tem responsabilidade na emissão de cartas de crédito, só defende uma categoria. A responsabilidade é da Sefaz (Secretaria de Fazenda), SAD (Secretaria de Administração) e PGE (Procuradoria Geral do Estado).

Em relação aos precatórios, a irregularidade foi cogitada, mas, em nenhum momento foi apresentado. Sei que houve pagamento de um precatório a Andrade Gutierrez e que o governo fez uma compensação com uma série de credores até de forma vantajosa, mas, o dinheiro saiu dos cofres do Estado em um momento de muita dificuldade. Ao invés de pagar precatório, esse dinheiro poderia ser investido em estradas e saúde, por exemplo.

Midianews - O Estado aposta na melhoria da saúde optando pela terceirização, ou seja, OS (Organizações Sociais) administrando hospitais regionais. Há também o modelo de PPP (Parceria Pública Privada) para construção de hospitais no interior. São soluções que põem fim ao drama da saúde pública em Mato Grosso?

José Riva - Isso não põe fim aos problemas! A avaliação que deve ser feita é: vai ser possível implantar OS em todo o Estado para atender ao cidadão? Não! Então, já é um modelo injusto porque se implanta OS em Cuiabá para atender uma parcela e não implanta em Cáceres, Rondonópolis, Colíder, Juara, Sinop, Confresa, Barra do Garças e Primavera do Leste, você tem dois tipos de cidadão.

Um que vai receber tratamento de saúde por meio de OS com pagamento de 3 vezes acima da tabela SUS e outro refém do SUS. E o médico que atende pelo SUS vai prestar serviço de qualidade? Esse é o temor que eu tenho?

Se esse modelo não der certo, conseguiremos voltar a tabela SUS? Quem já recebe três vezes acima da tabela vai aceitar menos?

A terceirização é um modelo que pode dar certo, mas é muito caro! O Estado tem que encontrar alguma forma de que a saúde pública atenda a toda demanda. Não dá para atender bem em Rondonópolis, mas, e a maioria esmagadora que não consegue atendimento?

Acho o secretário Pedro Henry competente, mas, é hora de avaliar esse custo e pensar naqueles que estão excluídos no sistema de saúde.

Midianews - O senhor fala em correção de rumos. Qual a sua perspectiva em relação à gestão Silval Barbosa?

José Riva - A minha perspectiva é que não cometa os mesmos erros deste ano. Houve equívocos na política salarial, espero que problemas com precatórios e outros fiquem para trás!

Se for avaliar conceitualmente cada secretária, posso dizer que não estou satisfeito com a educação. Tem muito para mudar. Quando contestava a educação, tentaram personificar a discussão atribuindo uma perseguição a Rosa Neide. Eu não persigo ninguém! Estava contestando a política educacional implantada no Estado.

Não é discordar de A ou B. Também não contesto o Arnaldo Alves [secretário de transporte], foi um grande secretário de planejamento, mas, os consórcios não funcionaram esse ano. Isso vai deixar cidades isoladas como Colniza e Cotriguaçu e os prefeitos já estão buscando a Assembleia Legislativa para reclamar.

É inegável que houve falhas administrativas. Tem setores que deixaram a desejar, esse ano foi suficiente para o governador fechar essa avaliação e até disse que a Assembleia Legislativa vai ser mais dura a partir do próximo ano. Porque já se passou um ano, é o suficiente para ter uma análise geral do Estado, saber onde acertou e errou e promover as mudanças necessárias.

Midianews - Ao longo do ano, houve uma crítica generalizada dos deputados estaduais, ao longo do ano, de mau atendimento de secretários.....

José Riva - Houve momentos em que deputado sequer conseguia falar ao telefone com algum secretário de Estado. Eu mesmo cansei de procurar secretários e não encontrá-los numa quinta ou sexta-feira e só receber retorno na segunda-feira, em final de tarde. Isso é ruim para o Estado, o homem público tem se colocar a disposição sempre.

Problema não escolhe hora para acontecer. Se caiu a ponte, preciso falar com o secretário. Se demora dois dias, o que falo para aqueles que estão do outro lado da ponte? Não estou citando que é o Arnaldo Alves, não quero criar polêmicas.

Não quero ter participação na escolha de secretários. Quem nomeia e exonera é o governador e respeito isso. O PSD colocou todos os cargos a disposição. Queremos pessoas competentes, independente do partido.

Chegou a hora do governador Silval Barbosa reavaliar. O senador Blairo Maggi começou bem em 2003 porque tinha a equipe na mão. Em minha opinião, o governador Silval Barbosa não teve o time na mão. Se já tem o time na mão não sei, deve fazer uma reavaliação neste final de ano. Ele precisa ter porque não tiver todos os secretários afinados com o seu projeto vai ser difícil governar.

Midianews - O senhor diria que é momento da classe política firmar um pacto federativo para impulsionar a aprovação pelo Congresso Nacional das reformas tributária, fiscal e política? A maior parte dos recursos públicos estão atualmente concentrados no governo federal, sufocando Estados e municípios em promover investimentos sociais de forma maciça. Não é hora de uma união para mudar?

José Riva - O presidente nacional do PSD, prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, foi muito feliz ao elencar como bandeira a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva para impulsionar a aprovação das reformas.

O Brasil enfrenta muitos problemas pela omissão do Congresso Nacional que não consegue aprovar as reformas. Chegamos ao ponto de o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) legislar porque não se consegue aprovar a reforma política que deveria ser de interesse geral.

Não vou me aprofundar na reforma trabalhista, tributária, administrativa, previdência e tributária. A reforma tributária só tem quando o governo federal tem o interesse em resolver o problema do caixa do tesouro, mesmo assim, ainda é uma minirreforma.
O Congresso Nacional é o grande culpado pela situação do país porque não aprova nenhuma reforma preferindo travá-las. Um exemplo é o Código Florestal. Não há necessidade de arrastar uma discussão por mais de 10 anos. Quando se espera que vai votar no final do ano, posterga para 7 de março.

O país está travado pela incompetência da classe política.

Midianews - O senhor foi responsável pelo processo de criação do PSD em Mato Grosso que atualmente é o maior partido do Estado. Qual a perspectiva do PSD para 2012?

José Riva - O PSD surgiu a partir de uma relação que estabeleci desde o início da minha carreira enquanto deputado estadual em 1995. Fui arrumando amigos ao longo da estrada, pessoas que estavam em diversos partidos. Chegou a um ponto que a minha candidatura a deputado estadual tinha o apoio de todos os partidos. Até mesmo do PT, PDT e PSB. Era preciso agregar este apoio dentro de um partido e surgiu a oportunidade do PSD.

Percebi que tinha espaço para um partido de centro-esquerda. Quando surgiu essa possibilidade procurei os companheiros e havia uma possibilidade de formar um grande partido.

Não tenho mais a pretensão de disputar a eleição independente de questão jurídica, política ou qualquer situação. Cumpri meu papel na Assembleia Legislativa com cinco mandatos, entendo que o Parlamentou ganhou um rumo interessante.

Somos um poder respeitado e estruturado com condições de trabalhados aos deputados, câmaras temáticas, comissões e uma TV que transmite nossas ações a população. Enfrentamos momentos críticos, mas, superamos e somos uma Assembleia Legislativa respeitada.

A partir dessa união, o PSD ganhou corpo e não é à toa que filiamos 49 prefeitos, mais de 300 vereadores, 6 deputados estaduais, 2 deputados federais, o vice-governador e várias lideranças empresariais. Quero contribuir partidariamente, sem a pretensão de disputar o mandato. O PSD vai ter mais de 80 candidatos a prefeito no Estado, acredito que seja o maior em candidaturas próprias.

Com poucos dias de prazo de filiação, conseguimos montar um bom partido e faremos boas alianças também. Estamos conscientes de que não temos os melhores nomes em todos os lugares, precisamos também apoiar aliados e reconhecer a existência de outros bons candidatos.

Fonte: RAFAEL COSTA DA REDAÇÃO

Mais de 30% dos municípios de MT receberam obras de pavimentação urbana

Fonte: 24 Horas News   

A Secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu) realizou obras de pavimentação urbana em 36% dos municípios mato-grossenses durante os meses de janeiro a novembro de 2011. Foram executados 1,8 milhão de metros quadrados entre convênios com as prefeituras municipais que entraram com contrapartidas e instrumentos contratuais, quando a Setpu custeou completamente a empreitada.

Entre as intervenções estão pavimentos asfálticos com tratamento superficial duplo (TSD), de concreto e de blocos sextavados. Calçadas e drenagem de águas pluviais também foram executadas. Entre os 50 municípios atendidos em 2011, Sinop, que fica a 500 km ao Norte de Cuiabá, foi o que recebeu a maior metragem de pavimentação com 508 mil m².

Em Sinop a pavimentação asfáltica e a drenagem das águas pluviais está presente nos Jardins Celeste; das Nações; das Oliveiras; das Palmeiras; Imperial I; II; III; Paulista I; das Violetas; no Setor Industrial Sul; Parque das Araras; também nas avenidas Vitória Régia; Tarumãs; dos Pinheiros; Perimetral Sul; Jequitibás; Perimetral Norte; Maringá; Bruno Martini; das Andorinhas; dos Ingás; nas ruas Itália; Estados Unidos; Alemanha; Holanda; Grécia e nos bairros Boa Esperança e São Cristóvão.

Convênios para a restauração de 515 mil m² de pavimentos urbanos também foram executados pela Setpu. Serviços de tapa buraco, limpezas de áreas urbanas e recapeamento com lama asfáltica garantiram qualidade de trafegabilidade à população de onze municípios.

Municípios que receberam pavimento urbano: Acorizal; Alto Paraguai; Alto Taquari; Araguainha; Arenápolis; Barra do Bugres; Bom Jesus do Araguaia; Cáceres; Campo Novo do Parecis; Chapada dos Guimarães; Cláudia; Colíder; Comodoro; Conquista; Cotriguaçu; Cuiabá; Guiratinga; Jaciara; Jangada; Juara; Juína; Lambari do D’Oeste; Matupá; Mirassol D’Oeste; Nova Bandeirantes; Nova Canaã do Norte; Nova Marilândia; Nova Maringá; Nova Mutum; Nova Nazaré; Nova Olímpia; Nova Xavantina; Paranaita; Paranatinga; Ponte Branca; Pontes e Lacerda; Porto dos Gaúchos; Querência; Ribeirãozinho; Rondonópolis; Salto do Céu; Santa Rita do Trivelato; Santa Terezinha; São Félix do Araguaia; São Pedro da Cipa; Sinop; Sorriso; Tabaporã; Tangará da Serra e Tesouro.

Municípios que tiveram pavimento urbano restaurado: Alta Floresta; Castanheira; Cuiabá; Indiavai; Itanhangá; Lambari D’Oeste; Porto Esperidião; Reserva do Cabaçal; Ribeirãozinho; Salto do Céu e Vera.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Secretaia abriu frentes de trabalho em todo Estado junto as estradas de chão

Fonte: Da Redação / O documento
 
Em 2011, durante os meses de maio a novembro, foram patrolados 11,5 mil quilômetros de rodovias estaduais não pavimentadas de Mato Grosso e encascalhados 1,7 quilômetros sob a administração da Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu) que ficou incumbida, por uma decisão de Governo, de administrar a conservação das estradas de chão do Estado que outrora era gerido pelos consórcios municipais. As estradas não pavimentadas representam mais de 80% da malha viária de Mato Grosso.
Os trabalhos de conservação das estradas foram realizados por 19 patrulhas móveis e quatro fixas. Os equipamentos das patrulhas são da Setpu e cada uma delas é composta por cinco caminhões basculante, duas moto niveladoras, uma escavadeira, um caminhão meloso e um caminhão de apoio. A Setpu é responsável pelo abastecimento e manutenção dos equipamentos e por meio de licitação contratou mão de obra (motoristas mecânicos e equipe do pátio de apoio).
As 19 patrulhas rodoviárias foram alocadas ao longo do ano em todo o território do Estado que foi dividido em 15 regiões cada uma com pelo menos uma cidade polo. Quatro patrulhas eram fixas e permaneceram nos trechos entre Colniza a divisa com Rondônia, na MT-206; de Alta Floresta ao rio Juruena, na MT-208; entre Matupá e o rio Xingu, na MT-322 e de Paranatinga ao rio Ronuro, na MT-130.
Rodovias não pavimentadas atendidas em 2011
MT-183 e 170 / cidade Pólo Juruena da Região 1;
MT-206, 160, 419, 208, 325 e 010 / município pólo Alta Floresta da Região 2;
MT-130, 419, 410, 322, 208 e 329 / município pólo Colíder da Região 3;
MT-431, 413, 430, 437, 322, 412 e 432 / município pólo Vila Rica da Região 4;
MT-220, 010, 222, 338, 417, 242, 160, 325 e 410 / município pólo Juara da Região 5;
MT-429, 423, 422, 140, 225, 242, 010 e 338 / município pólo Sorriso da Região 6;
MT-433, 100 e 424 / município pólo Alto da Boa Vista da Região 7;
MT-240, 326 e 100 / município pólo Água Boa da Região 8;
MT-020, 388 e 130 / município pólo Paranatinga da Região 9A;
MT-260, 454, 373 e 453 / município pólo Campo Verde da Região 9B;
MT-458, 383, 460, 110, 270 e 471 / município pólo Rondonópolis da Região 9C;
MT-160, 170, 240, 241 e 339 / município pólo Marilândia da Região 10A;
MT-160, 492, 235, 010, 249 e 488 / município pólo São José do Rio Claro da Região 10B;
MT-473, 388, 440, 248, 199 e 473 / município pólo Pontes e Lacerda da Região 11;
MT-175, 343 e 247 / município pólo Cáceres da Região 12;
MT-370, 060, 050, 351, 468, 361, 455, 456 e 270 / município pólo Cuiabá da Região 13A;
MT-351, 241, 246, 020, 140 e 244 / município pólo Chapada dos Guimarães da Região 13B;
MT-433, 100 e 424 / município pólo Alto da Boa Vista da Região 7;
MT-100, 336, 270, 463 e 466 / município pólo Barra do Garças da Região 14;
MT-100, 340, 107 e 110 / município pólo Alto Araguaia da Região 15.